Claudio Abreu
No cinerama espetacular
Do panorama vida e morte
O Nada é fixo, o Tudo é móvel
Com liberdade, com velocidade
Sem pólo sul, sem pólo norte
A cada ângulo do olhar
A cada tempo do olhar
Em zigue-zagues, a cada instante
O bem e o mal mudam de lugar
Os extremos se fundem em ponto
Ou se afastam ao seu limite
Tudo existe e/ou não existe
A cada ângulo do olhar
A cada tempo do olhar
E na porta,
Um aviso, uma pista:
É proibido fixar a vista
É proibido fechar a vista
Arranjo e Baixo Elétrico: Paulo Sodré
• Voz e Bateria: Queiroz
• Teclados: Pedro de Alcântara
• Guitarras: Carlos Bernardo

